Rastros Digitais: Redes de exploração sexual infantil em Barra do Garças

Esquema de taxista contava com mais 60 crianças e jovens, muitas da periferia da cidade de Barra do Garças, a 500 km de Cuiabá, capital de Mato Grosso. Entre os clientes estavam empresários, pessoas de classe média alta e turistas

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Desde de 2012, Barra do Garças passa por operações policiais de combate à exploração sexual de vulneráveis, quando a vítima possui menos de 14 anos. A Polícia Judiciária Civil (PJC) conduziu mais de 40 pessoas acusadas de exploração durante as operações policiais Boneca de Pano 1 e 2 realizadas entre 2012 e 2017. Neste ano, a operação nacional Luz da Infância prendeu em Barra do Garças acusado de consumir distribuir conteúdo pornográfico infantil para outros países.

Dados da Secretaria de Segurança Pública apontam aumento de casos relacionados à exploração sexual e ao aliciamento de crianças através de tecnologias de comunicação no Estado. De 2014 a 2017, o número triplicou e chegou a soma de 149 registros. Quanto ao favorecimento à exploração sexual, a pesquisa mostra que em 2017 foram 50 casos confirmados.

Mato Grosso ocupa a segunda colocação em casos de exploração sexual infantil no Centro-Oeste. Entre janeiro e junho deste ano já foram registrados 29 casos, segundo o último balanço geral do Ministério dos Direitos Humanos. De 2012 a 2017, período das operações policias de combate à exploração sexual de crianças e adolescentes, houve queda de 40% nos casos.

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